quinta-feira, 29 de maio de 2014

25 da Liberdade



Dia da liberdade,
Tenho uma grande convicção
De agora poder viver
Com muita mais satisfação

Capitães de Abril
Homens de amor
Tiraram-nos da ditadura
Sem uma guerra ou dor

25 da Liberdade,
foste o melhor que nos aconteceu!

 Raquel Teixeira (7º B)

"Liberdade" poema de uma aluna do 7º B





Liberdade

Liberdade para sonhar,
correr à chuva sem medo de se molhar,
amar sem reticências,
ser feliz.

Ser livre para escolher um destino,
para imaginar o impossível.
Voar no pensamento e
seguir o coração.

Olhar para o céu estrelado,
sentir a brisa no rosto e 
ouvir o som da noite.
Aí sim, a liberdade é infinita.
Ana Jesus nº3 7ºB

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Poemas sobre a Liberdade


Liberdade
Aqui nesta praia onde
Não há nenhum vestígio de impureza,
Aqui onde há somente
Ondas tombando ininterruptamente,
Puro espaço e lúcida unidade,
Aqui o tempo apaixonadamente
Encontra a própria liberdade.
 Sophia de Mello Breyner Andresen
Liberdade

Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.

O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

O mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...
                            
 Fernando Pessoa

CONCURSO DE POESIA - TEMAS: LIBERDADE/NATUREZA

Agrupamento de Escolas Dr. Jorge Augusto Correia
Escola EB Horta do Carmo
 Escola EB 2/3 Dom Paio Peres Correia
Biblioteca Escolar
23 DE ABRIL - DIA MUNDIAL DO LIVRO

CONCURSO DE POESIA


“ A NATUREZA / A LIBERDADE”

            No âmbito da comemoração do Dia Mundial do Livro (23 de abril), as bibliotecas escolares das Escolas EB Horta do Carmo e Dom Paio Peres Correia convidam os alunos a participar num concurso de poesia.

REGULAMENTO:
  1. OBJETIVOS

1.1.       Desenvolver ou reforçar o gosto pela escrita;
1.2.       Estimular a criatividade;
1.3.       Promover e divulgar os trabalhos dos alunos.


  1. TEMAS E DESTINATÁRIOS

2.1 São propostos para este concurso de poesia os temas: “A Natureza” e “ A Liberdade”.

2.2. Os concorrentes  poderão escolher apenas um dos temas ou os dois.

2.3 Poderão concorrer todos os alunos dos 1º, 2º e 3ºciclos.


3.   PRAZO DE ENTREGA DOS TRABALHOS

3.1. Os trabalhos deverão ser entregues na Biblioteca até ao dia 9 de maio de 2014.


4.   CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO

4.1. Cada participante deverá apresentar um poema, criado por si.
4.2. Cada poema terá de ser constituído, no mínimo, por oito versos (que poderão ser quadras, por exemplo).

4.3. Os poemas deverão ser entregues em formulário próprio, disponível nas bibliotecas e no blogue da BE.

4.4. Do formulário constam os seguintes dados:

CONCURSO DE POESIA 2014 – BIBLIOTECAS ESCOLARES
Tema: ……..

Título do poema __________________________________________________
PSEUDÓNIMO _____________________________________________________
POEMA
…………..…….

 
 












5.   IDENTIFICAÇÃO DOS TRABALHOS
                              
5.1. Os trabalhos serão identificados através de um Pseudónimo que será colocado no formulário de participação;
5.2. O Pseudónimo deverá ser composto por uma palavra seguida de um número de dois algarismos, a fim de evitar que existam pseudónimos idênticos;
5.3. A identificação do concorrente será introduzida num envelope fechado com o Nome, Número, Ano e Turma do respetivo autor e Pseudónimo, de acordo com o exemplo:


CONCURSO DE POESIA 2014 – BIBLIOTECAS ESCOLARES

Nome ____________________  Nº ____  Ano/turma _______
Pseudónimo ____________________
 
 







         5.4. O formulário de participação será colocado dentro de uma caixa que se encontra na Biblioteca e o envelope será entregue à respetiva funcionária e/ou professor.

     6. JÚRI

         6.1. O júri será constituído pelos seguintes elementos:
v  A Professora Bibliotecária
v  A Coordenadora do Departamento de Línguas
v  Um docente da Direção do Agrupamento

6.2. O Júri poderá excluir trabalhos que se afastem das regras do concurso.
6.3. Qualquer ponto não esclarecido ou explícito neste regulamento é resolvido por decisão maioritária do júri.

 

       7. PRÉMIOS
       Os três vencedores (1º, 2º e 3º Ciclos) terão direito a um “PRÉMIO SURPRESA”.


O Júri

quinta-feira, 20 de março de 2014

Quando eu tinha oito anos, treinava andebol. Era o meu primeiro ano de treinos, mas eu já jogava bem.
O primeiro torneio era no dia seguinte e eu estava muito entusiasmado. A viagem até ao ponto de encontro durou cerca de quatro horas, mas eu divertia-me muito com os meus colegas e o tempo passou rapidamente.
Quando chegámos lá, a primeira coisa a fazer foi tomar o pequeno almoço. Depois, fomos ao pavilhão, porque o nosso jogo estava a começar.
Como era o nosso primeiro jogo, estávamos muito nervosos, por isso, perdemos. Após este jogo, habituámo-nos ao campo e ao estilo de jogo e começamos a ganhar. Conseguimos chegar a semi-final, onde perdemos e ficamos em terceiro lugar. Mesmo assim, ficamos muito felizes.
Durante a viagem de regresso, como estava muito cansado, adormeci. Quando cheguei a casa, eu nem sequer jantei, fui logo para a cama.

Nunca esquecerei este dia, porque era o meu primeiro jogo contra outras equipas do país inteiro.

segunda-feira, 17 de março de 2014

"Memórias de infância" de Maria Neves do 7º B

Recordo a minha infância com carinho, lembro-me dos meus pais me irem buscar ao infantário, depois íamos os três comer um gelado à praça velha. Uma vez, levaram-me a um parque, eu adorei, o vento batia-me suavemente no rosto, enquanto era Outono, eu adorava saltar e deitar-me nas folhas secas que caiam das árvores já despidas.
Eu e o meu pai deitávamos-nos na relva a admirar o céu e a imaginar formas com as nuvens, a minha mãe preparava-me uma sandes de queijo e fiambre para eu lanchar.
Passamos a tarde toda naquele parque, riamos, brincávamos, andávamos de escorrega e jogávamos as escondidinhas. Lembro-me de que quando era a minha vez de contar saltava do número um para o seis ou do oito para o dez, em fim quem sabe, e la ia o meu pai pela décima ou décima primeira vez contar.
O céu estava a escurecer e a lua a aparecer, enquanto que do outro lado se via um maravilhoso por do sol. Fomos andando para casa, no carro adormeci, e quando chegámos à porta de casa, o meu pai levou-me ao colo para o meu quarto e deitou-me, os meus pais deram-me um beijo de boa noite e foram também dormir, pois aquele tinha sido um dia em grande, e estávamos muito cansados.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Memórias de infância de uma aluna do 7º A


Quando era mais pequena, a minha tia tinha uma casa na praia da Fuzeta, que agora não existe devido às cheias, mas eu adorava ir para lá.

Situava-se no meio da areia e eu, ironicamente, tinha medo de areia. Não gostava de sentir a areia nos meus pés. Mas era só a areia que rodeava a casa. A areia da praia eu gostava. Chegava da praia e a minha avó tinha sempre um alguidar para eu e a minha irmã molharmos os pés e os limparmos.

Tínhamos uma televisão e um rádio, mas não ligava a isso. Nem a minha irmã. Nós gostávamos era de brincar, pular, correr… O nosso pai filmava-nos e nós brincávamos. Com a mangueira fingíamos que estava a chover. E divertíamo-nos imenso. Também usávamos a mangueira para fingir que era uma serpente.

O almoço costumava ser churrasco. À noite, havia sempre festa do outro lado da ilha. Às vezes, íamos para lá. Também havia dias em que íamos apanhar amêijoas à Ria. Nunca nos cansávamos. Andávamos à volta da casa sempre com brincadeiras novas em mente. Gostávamos de pular no sofá e fingir que o chão era lava. Fazíamos cócegas uma à outra. Eu adorava esses dias de brincadeira e diversão sem fim.